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Diretório de Advogados
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Vagner Abreu
São Paulo (SP)
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Vagner Abreu
Comentário ·
há 12 anos
A morte de 17 franceses vale mais que a de 2.000 nigerianos? A liberdade de imprensa é absoluta?
Leonardo Sarmento
·
há 12 anos
A vida de 17 franceses valem mais que a de 2000 nigerianos? - Não. Toda vida é uma vida. O problema neste caso é as questões culturais que resultam em uma manifestação de 3 milhões (?) de pessoas contra as 17 mortes, e o "desvalor" dado a situações já consideradas comuns. Sempre é noticiado que há guerras civis em países africanos com problemas sociais. Isso "anestesia" a "opinião pública" e por isso tais ocorrências são ignoradas.
Afinal de contas, para solucionar o problema das guerras civis em países africanos, deveria ter interferência de outros países para justamente proteger civis que não tem nada a haver com a situação de milícias em guerra. E imagino que hoje a maioria dos países não vão querer "meter o bedelho" em assuntos externos se não lhe convém ou realmente dá auxilio (vide caso da ajuda brasileira ao Haiti...)
A liberdade de imprensa é absoluta? - Paremos para pensar no sentido da palavra "liberdade". Ela acaba em si mesma e é uma palavra absoluta. Se é livre, é livre e acabou. Assim a pessoa é responsável pelas consequências em sua liberdade.
SE pararmos para pensar que estamos em sociedade organizada e sob leis, não temos liberdade. Ponto. Afinal, as leis "capam" a liberdade existente e limita as ações de seus cidadãos, de forma que uma vez exercida uma liberdade individual, e esta interfere em um alheio, o resultado é uma punição por isso.
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Vagner Abreu
Comentário ·
há 12 anos
E se fosse você no corredor da morte?
Auriney Brito
·
há 12 anos
Respondendo a pergunta: se eu fosse entrar em um corredor da morte, seria em dois casos: quando comprovasse que eu fora alguém que de fato prejudicou uma sociedade de forma violenta, ou quando eu reagisse como uma pessoa "no submundo", ou seja, me tornasse um criminoso pleno.
Se fossem me botar em um corredor da morte de forma injusta, simplesmente faria de tudo para tentar uma fuga. Melhor morrer na tentativa de fuga do que na agonia de esperar uma morte. Afinal, já entraria na punição na mentalidade de quem julgara eu errado perante a lei, mas conseguira provar algo? Se EU julgo que a LEI ERROU COMIGO, vou agir CONTRA A LEI. A Lei está errada, não eu.
Somos na verdade SEMPRE alvos de uma pena de morte, seja do Estado, de criminosos / pessoas de "má índole", seja até de um vizinho com descontrole mental. Como ser contra a pena de morte, sendo que há sempre um risco de morte vindo do alheio?
Em sociedades com questões sociais mais problemáticas, como certas regiões brasileiras ainda dominadas por criminosos ou no México, podemos dizer que "todos os dias, ao pisar na rua, estamos próximos a um corredor da morte". Podemos morrer simplesmente por fazer uma reação avulsa durante um assalto, o ladrão interpretar como reação e atirar para matar. Um policial estressado pode atirar equivocadamente simplesmente porque involuntariamente colocamos a mão no bolso.
A pena de morte pela mão do Estado ainda é mínima e de certa forma conveniente, quando executada de forma justa a impedir pessoas com comprovado desvio social continuem a entrar na sociedade apenas para prejudicar o alheio em prol de sua própria conveniência.
E também a pena de morte estatal é uma forma de impedir a pena de morte vinda de outros. Infelizmente, ainda funciona para as pessoas a "teoria do medo". Só fazendo as pessoas temerem a consequencia de seus atos é que elas vão deixar de praticar o ato.
A não ser que mude as relações sociais de forma a impedir que pessoas possam praticar crimes graves que prejudicam a si mesmo e a sociedade, difícil certos países abdicarem da pena de morte. Enquanto houver a "pena de morte" vinda do alheio, o melhor é deixar funcionando a pena de morte estatal.
Porque por mais que digam que pessoas mudam, não significa que estas vão mudar só porque ficou anos na prisão com conselheiros psicológicos e outros profissionais a serviço de resssocialização. E inclusive, se a ressocialização funcionaria. Vide que hoje no Brasil, ainda se comandam crimes da cadeia.
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Vagner Abreu
Comentário ·
há 12 anos
As pessoas podem resolver melhor seus próprios litígios do que o Judiciário
Consultor Jurídico
·
há 12 anos
O sistema judiciário existe pois há um julgamento dos "cultos" de que pessoas mais instruídas resolvem melhor os problemas do que pessoas sem instrução.
O problema aqui: quando se joga "nas costas alheias" a responsabilidade de equalizar e resolver um problema em um grupo social ou em uma rixa entre pessoas, aguarda-se o que se diz uma "justiça justa", já que quem está de fora pode observar todos os lados.
Como colocado na matéria, falta educar a população para que todos vejam o todos. Ou seja, EU como cidadão devo imaginar o OUTRO em caso de ocorrência de conflito que gere um litígio judicial.
Outro problema: apesar de cidadãos, também somos indivíduos. Temos nossa própria visão de mundo e queremos a priore que não nos incomodem do alheio. Quando o alheio incomoda, gera o conflito, que antes da "institucionalização da resolução de problemas", era resolvido simplesmente brigando verbalmente ou fisicamente um com outro, o que poderia resultar em problemas mais sérios, além do fato de que neste tipo de solução, "vence" quem tem algum poder maior, seja físico (ter força física ou arma em punho), social (conseguir aliados que lhe auxiliem a "encarar" seu adversário) ou de inteligência (achar soluções que de certa forma, faça o adversário perder a razão, e como consequência, evitar novos conflitos).
Em sociedades onde se procura a preservação da vida, se busca mais a resolução verbalmente ou socialmente do que fisicamente.
Em sociedades ou grupos sociais onde a vida alheia não tem valor moral caso ele cometa crimes ou prejudique o alheio (ou um grupo), a solução física é mais usada.
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Jorge Delmar
Comentário ·
há 12 anos
Corrupção e o mecanismo psicológico da negação
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
A corrupção não é um malefício brasileiro. É mundial.
O que me deixa entristecido é que o tema "corrupção" vir como um adorno do discursos dos direitistas.
Os despolitizados não percebem que foram manipulados para chamar de "Petista" qualquer partido que não esteja alinhado com as elites.
O maior caso de corrupção foi feito por FHC ao legislar em causa própria e garantir sua própria reeleição. O que o doutor Luiz Flavio Gomes ou outros cidadãos fizeram ? Nada.
Os mesmos que falam do mal da corrupção querem de forma despótica tirar Dilma Roussef do poder. querem alimentar um sentimento catastrófico de crise de governança para solapa-la do poder. Isso não é uma forma de corrupção?
O Brasil não deve ser o único país em que elite nativa quer destruir as instâncias políticas com o apoio da mídia para retornar ao abismo social dos tempos neoliberais. .
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Jose Carlos Jorge Pedreiro
Comentário ·
há 12 anos
Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Evito ao máximo de me pronunciar, pois prefiro me instruir e me manter atualizado, mas infelizmente li os comentários sobre o artigo e achei que deveria fazer um comentário sobre os mesmos.
Sei que estamos fartos de copiar o que vem de fora, mas o cerne do problema (e vejo isso com tristeza) não é copiar o que funciona (Benchmarking) e sim perceber que estamos virando um povo INTOLERANTE!!!!.
SIM, um país onde opiniões pessoais quando externadas, viram alvo de críticas, comentários maldosos e/ou discriminatórios
Acho que independente da minha opinião sobre ARMAS, devemos antes de tudo levar em consideração que vivemos numa sociedade democrática e sem censuras.
Isso foi conquistado a muito custo e nós, enquanto pessoas pensantes, devemos antes de mais nada entender que não somos donos da verdade.
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Sigmar Spanier Neto
Comentário ·
há 12 anos
Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Porte de Arma não lhe dá mais segurança, nem aqui, nem em lugar nenhum do mundo.
A intolerância e os reiterados comportamentos demonstrados pela sociedade brasileira dão conta de que não existe maturidade cívica neste país para se permitir a qualquer cidadão o porte de armas de fogo, ainda que fosse com base num rígido exame de aptidão.
A criminalidade se combate com políticas públicas sérias, bem como o engajamento da sociedade.
Outra coisa, não é porque deu certo nos Estados Unidos, que dará certo aqui. Estamos cheios de conceitos estrangeiros importados, mal adaptados e que são completamente deturpados quando aqui se instalam.
Se acaso considere que seria útil e justo o porte de arma de fogo pelo cidadão comum, peço que reflita na seguinte questão:
Se num momento de extrema emoção, uma pessoa saca uma arma e tenta usar da intimidação para lhe obrigar a algo, qual seria sua reação?
Pois é. Isto certamente aconteceria com muito mais frequência do que atualmente já é. Sinto discordar, mas a defesa do porte de armas para o cidadão comum é medida extrema, descabida e de nítido apelo emocional, sustentado na premissa de um desamparo pelo Poder Público. Contudo, não é solução.
Artigo válido pelo debate. Mas carece de maturidade na escolha por tal opção descabida.
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