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    Vagner Abreu

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    Vagner Abreu
    Comentário · há 3 anos
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    Vagner Abreu
    Comentário · há 3 anos
    Respondendo a pergunta: se eu fosse entrar em um corredor da morte, seria em dois casos: quando comprovasse que eu fora alguém que de fato prejudicou uma sociedade de forma violenta, ou quando eu reagisse como uma pessoa "no submundo", ou seja, me tornasse um criminoso pleno.

    Se fossem me botar em um corredor da morte de forma injusta, simplesmente faria de tudo para tentar uma fuga. Melhor morrer na tentativa de fuga do que na agonia de esperar uma morte. Afinal, já entraria na punição na mentalidade de quem julgara eu errado perante a lei, mas conseguira provar algo? Se EU julgo que a LEI ERROU COMIGO, vou agir CONTRA A LEI. A Lei está errada, não eu.

    Somos na verdade SEMPRE alvos de uma pena de morte, seja do Estado, de criminosos / pessoas de "má índole", seja até de um vizinho com descontrole mental. Como ser contra a pena de morte, sendo que há sempre um risco de morte vindo do alheio?

    Em sociedades com questões sociais mais problemáticas, como certas regiões brasileiras ainda dominadas por criminosos ou no México, podemos dizer que "todos os dias, ao pisar na rua, estamos próximos a um corredor da morte". Podemos morrer simplesmente por fazer uma reação avulsa durante um assalto, o ladrão interpretar como reação e atirar para matar. Um policial estressado pode atirar equivocadamente simplesmente porque involuntariamente colocamos a mão no bolso.

    A pena de morte pela mão do Estado ainda é mínima e de certa forma conveniente, quando executada de forma justa a impedir pessoas com comprovado desvio social continuem a entrar na sociedade apenas para prejudicar o alheio em prol de sua própria conveniência.

    E também a pena de morte estatal é uma forma de impedir a pena de morte vinda de outros. Infelizmente, ainda funciona para as pessoas a "teoria do medo". Só fazendo as pessoas temerem a consequencia de seus atos é que elas vão deixar de praticar o ato.

    A não ser que mude as relações sociais de forma a impedir que pessoas possam praticar crimes graves que prejudicam a si mesmo e a sociedade, difícil certos países abdicarem da pena de morte. Enquanto houver a "pena de morte" vinda do alheio, o melhor é deixar funcionando a pena de morte estatal.

    Porque por mais que digam que pessoas mudam, não significa que estas vão mudar só porque ficou anos na prisão com conselheiros psicológicos e outros profissionais a serviço de resssocialização. E inclusive, se a ressocialização funcionaria. Vide que hoje no Brasil, ainda se comandam crimes da cadeia.
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    Vagner Abreu
    Comentário · há 3 anos
    O sistema judiciário existe pois há um julgamento dos "cultos" de que pessoas mais instruídas resolvem melhor os problemas do que pessoas sem instrução.

    O problema aqui: quando se joga "nas costas alheias" a responsabilidade de equalizar e resolver um problema em um grupo social ou em uma rixa entre pessoas, aguarda-se o que se diz uma "justiça justa", já que quem está de fora pode observar todos os lados.

    Como colocado na matéria, falta educar a população para que todos vejam o todos. Ou seja, EU como cidadão devo imaginar o OUTRO em caso de ocorrência de conflito que gere um litígio judicial.

    Outro problema: apesar de cidadãos, também somos indivíduos. Temos nossa própria visão de mundo e queremos a priore que não nos incomodem do alheio. Quando o alheio incomoda, gera o conflito, que antes da "institucionalização da resolução de problemas", era resolvido simplesmente brigando verbalmente ou fisicamente um com outro, o que poderia resultar em problemas mais sérios, além do fato de que neste tipo de solução, "vence" quem tem algum poder maior, seja físico (ter força física ou arma em punho), social (conseguir aliados que lhe auxiliem a "encarar" seu adversário) ou de inteligência (achar soluções que de certa forma, faça o adversário perder a razão, e como consequência, evitar novos conflitos).

    Em sociedades onde se procura a preservação da vida, se busca mais a resolução verbalmente ou socialmente do que fisicamente.

    Em sociedades ou grupos sociais onde a vida alheia não tem valor moral caso ele cometa crimes ou prejudique o alheio (ou um grupo), a solução física é mais usada.

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